
Esta página tem como objetivo
fazer uma apresentação inicial das posições
do PSTU. Aqui explicaremos, de forma sintética,
as propostas do partido para a situação
atual do país, nossos princípios revolucionários
e socialistas, e também a forma de funcionamento
do partido.
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O nosso partido foi fundado em 1994,
unificando diferentes organizações, grupos
e ativistas independentes. A maioria dos que fundaram
o PSTU vinham de uma ruptura com o PT, por considerar
que este partido não era uma alternativa estratégica
para a construção de uma direção
revolucionária para o país.
A fundação do PSTU foi
um exemplo de unificação de setores revolucionários,
quando existiam e existem tantas rupturas na esquerda.
Durante dois anos discutimos um programa e um estatuto
para o novo partido. Quando chagamos a elaborar uma
proposta comum, fizemos nosso congresso de unificação
em 94.
Somos uma alternativa revolucionária
implantada em setores fundamentais dos movimentos sindical
e estudantil, no momento em que o reformismo começa
a viver uma crise.

O PSTU nasceu comprometido ativamente na construção
de uma internacional revolucionária democraticamente
centralizada. Por isto, desde sua fundação,
ocorrida em 1994, até o seu congresso seguinte
houve uma ampla discussão interna, que definiu
pela filiação do PSTU à LIT-QI
(Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional).
[clique aqui para conhecer um pouco da história
da LIT].
A construção de um partido
revolucionário pode se desvirtuar completamente
se se reduz a uma visão nacionalista de suas
tarefas. Sem uma clara perspectiva internacional não
se pode construir um programa nacional. Sem um partido
mundial da revolução a luta pelo poder
em um país determinado é impossível.
Sem a revolução mundial, mesmo um revolução
vitoriosa vai terminar em derrota, seja pela restauração
do capitalismo, seja pela burocratização
do novo estado.
Em 2004 o PSTU festeja 10 anos de existência.
Foram anos de muita luta que levaram à nossa
consolidação como o terceiro partido da
esquerda do país. No entanto, sua história
não começou aí. Um ano após
sua fundação, o PSTU aderiu à Liga
Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional
(LIT–QI) e incorporou também sua tradição,
muito mais antiga no Brasil.
Em 2004 são 30 anos da existência
do que podemos chamar a corrente morenista, uma das
mais importantes do trotskismo, no Brasil. Essa tradição
foi representada em nosso país por diversas organizações
que foram a continuidade uma da outra, mas ao mesmo
tempo representaram diferentes fases da sua trajetória:
a Liga Operária (1974-1978); o PST de curta vida
(meses de 1978) e finalmente a Convergência Socialista
(1978 – 1994).
Em Bauru, o trotskismo se organiza no
final do ano de 1978, com dois estudantes universitários
(Almir e Paulinho "Noel Rosa") e um professor
universitário (João Ricardo). Em março
de 1979 é esse pequenos núcleo que organiza
a campanha de solidariedade à greve dos metalúrgicos
do ABCD (foto)
e, através de um manifesto publicado no Jornal
da Cidade (27/03) a Convergência Socialista torna
'pública' a sua existência na cidade...
(veja)
Nesse espaço, vamos tentar reconstruir um pouco
dessa história. E contamos com sua colaboração:
se você possui algum material ou quer dar seu
depoimento, entre
em contato conoco.
Alguns momentos:
1982: Campanha
pela devolução dos Sindicatos
1988: Candidaturas
trotskistas à prefeitura de Bauru
1988: Convenção
dos Bancários
1991: Ato
pela libertação de Romildo e Boni
1991: Greve
Geral
1993: Ato
de Lançamento do PSTU em Bauru
1999: Velhos,
ex e novos militantes
2000: Candidaturas
socialistas do PSTU
????: Nas
ruas...
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