
O
labirinto de Cortázar
Além
dos livros
Jogo
da Amarelinha (trecho)

Uma
Olga para consumo

Chico
Buarque: 60 anos
Como homenagear Francisco Buarque de Hollanda em seus
60 anos? Tarefa difícil. Decidimos então
simplesmente concordar com Ruy Guerra e reproduzir a
letra de 16 canções escolhidas tendo como
único critério o momento deste webmaster.
Sem pretensões. Apenas mais uma homenagem...
"Parceiro de euforias e desventuras, amigo de
todos os segundos, generosidade sistemática,
silêncios eloqüentes, palavras cirúrgicas,
humor afiado, serenas firmezas, traquinas, as notas
na polpa dos dedos, o verbo vadiando na ponta da língua
- tudo à flor do coração, em carne
viva... Cavalo de sambistas, alquimistas, menestréis,
mundanas, olhos roucos, suspiros nômades, a alma
à deriva, Chico Buarque não existe, é
uma ficção - saibam.
Inventado porque necessário, vital, sem o qual
o Brasil seria mais pobre, estaria mais vazio, sem semana,
sem tijolo, sem desenho, sem construção."
(Ruy Guerra, cineasta e escritor, outubro de 1998)

Celebridade chega ao fim com desfecho patético
Como
era de se esperar em um produto “global”, a novela de
Braga passou a léguas de distância de qualquer
espírito crítico
Os filmes Cronicamente Inviável,
de Sérgio Bianchi e Morango com Chocalate,
de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos
Tabío, ambos já apresentados pelo Cine-clube
do PSTU, são analisados criticamente pelo Prof.
Luis Fernado Silva.
Leia as críticas (em pdf)
Morango com Chocolate
Cronicamente
Inviável

Mais
do que um legítimo representante da poesia de
vanguarda brasileira feita a partir dos anos 70, Paulo
Leminski (1944-1989) é talvez o poeta
cuja obra seja a mais representativa daquele movimento.
Isso não significa que se trate de uma poética
enclausurada por um manifesto ou cristalizada por algum
princípio teórico; muito ao contrário,
sua escrita traz grande descompressão formal
para os rigores concretistas e abre diversos caminhos
que ainda hoje, mais de uma década depois de
sua morte, são explorados e revisitados por poetas
e críticos. De fato, se Leminski tem um começo
plenamente identificado com o movimento concretista,
ele logo encontra alternativas que lhe garantem a prática
de uma poética própria, sem que, no entanto,
interrompa seu diálogo com suas influências
originais. Como os poetas concretos, valoriza a visualidade
do poema e toma a linguagem como personagem principal
de sua poética; diferente deles, Leminski ironiza
a erudição e aproxima-se da experiência
cotidiana, o que lhe garante uma dicção
mais coloquial e cheia de humor. (Fonte: Fundação
Biblioteca Nacional)
Conheça um pouco de Leminski

Diego Rivera, (1886-1957),
pintor mexicano. Especializou-se em pintar afrescos
sobre a história e os problemas sociais de seu
país, em tetos e paredes de edifícios
públicos; achava que a arte devia servir à
classe trabalhadora e estar à sua disposição
e ao seu alcance.
Entre suas obras, destacam-se A terra fértil
(1927), para a Escola Nacional de Agricultura de Chapingo;
Homem na encruzilhada (1933), encomendada para o edifício
da RCA, no Rockefeller Center de Nova York, destruído
pouco depois de terminado, por conter um retrato do
líder soviético Lenin. Em 1935, concluiu
os afrescos para a grandiosa escadaria do palácio
Nacional da cidade do México, que expressam sua
interpretação da história mexicana.
Conheça algumas obras de Rivera
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